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Belém já registrou 119 casos de desaparecimento de crianças e adolescentes, em 2016
Em Ato Público em Busca e Defesa da Criança Desaparecida, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Conselho Regional de Medicina do Estado do Pará (CRM-PA) mobilizaram a sociedade para combater o drama que afeta milhares de famílias brasileiras. Assista reportagem da Rede Liberal da TV Globo.
Em artigo, Cardeal Tempesta destaca os pobres e excluídos como o centro da Igreja
Em seu primeiro artigo de 2018, o Cardeal Arcebispo Orani João Tempesta lembra que estamos iniciando o novo ano celebrando a solenidade da Santa Mãe de Deus e o Dia Mundial da Paz.
Equipes continuam buscas por menino de três anos que desapareceu em Caxias
Cerca de 200 pessoas estão mobilizadas para encontrar uma criança de três anos, que desapareceu nesse domingo (10) em área de mata, na zona rural de Caxias. A criança estava na companhia da avó quando desapareceu.
Entenda o desaparecimento do menino Guilherme e como ossada foi achada na PB
No dia 10 de fevereiro o menino Guilherme, de sete anos, desapareceu enquanto brincava na frente de casa, na comunidade Taipa, no bairro Costa e Silva, em João Pessoa. O caso foi registrado na Polícia Civil, mas poucas informações foram encontradas durante os cinco meses de investigação. No dia 15 de junho, uma ossada encontrada em uma mata do bairro de Gramame levantou a suspeita de que poderia ser de Guilherme. Nesta quinta-feira (26), o Instituto de Polícia Científica (IPC) confirmou a identificação. Entenda o caso:
Pais e responsáveis podem comunicar desaparecimento de crianças no mesmo dia
Desde 2005, pais e responsáveis não precisam aguardar 48 horas para comunicar o possível desaparecimento de crianças e adolescentes no Brasil, algo que pode ser registrado no mesmo dia na Polícia Civil, a qual irá dar andamento às investigações para localização e comunicar toda a rede de proteção para trabalho conjunto em prol da família e do desaparecido. Segundo o presidente do Conselho Tutelar, de Paranaguá Getúlio Rauen, a nova Lei já está em vigência há 12 anos e facilita o trabalho de localização, no entanto há necessidade de que os responsáveis, além de registrar o Boletim de Ocorrência, tentem localizar as crianças e adolescentes na residência de amigos, familiares e em locais frequentados costumeiramente por eles.















