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Sistemas de encontrar desaparecidos são falhos
Duas famílias, uma dor. A angústia sofrida por parentes de Guilherme e Nicole é inexplicável. No intervalo de um mês, as crianças desapareceram em João Pessoa. O menino estava brincando próximo a sua casa, no dia 10 de fevereiro, no bairro Costa e Silva, quando sumiu. A menina, se encontrava em uma agência da Caixa Econômica Federal quando foi vista pela última vez em 09 de março. Até hoje, o paredeiro das vítimas é desconhecido.
Criança de sete anos desaparece enquanto brincava na frente de casa em João Pessoa
Um menino de sete anos desapareceu enquanto brincava na frente de casa, na comunidade Taipa, no bairro Costa e Silva, em João Pessoa. A informação foi divulgada pela família nesta terça-feira (13), mas o desaparecimento aconteceu no início da tarde do sábado (10).
Brasil integra iniciativa internacional de combate ao tráfico de pessoas
A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou hoje (19) no país a Ação Global para Prevenir e Combater o Tráfico de Pessoas e o Contrabando de Migrantes (GLO.ACT). Treze países da África, Ásia, Leste europeu e América Latina, incluindo o Brasil, participam do projeto de combate a esse tipo de crime, seja tráfico para fins laborais ou sexuais. O objetivo é garantir a adoção de uma abordagem dupla de prevenção e proteção.
Estudo mostra que 40% das crianças até 14 anos no Brasil vivem na pobreza
Cerca de 17 milhões de crianças até 14 anos – o que equivale a 40,2% da população brasileira nessa faixa etária – vivem em domicílios de baixa renda. No Norte e no Nordestes, regiões que apresentam as piores situações, mais da metade das crianças [60,6% e 54%, respectivamente] vivem com renda domiciliar per capita mensal igual ou inferior a meio salário mínimo. Desse total, 5,8 milhões vivem em situação de extrema pobreza, caracterizada quando a renda per capita é inferior a 25% do salário mínimo.
Precisão de retratos falados ajuda a solucionar crimes em Rondônia
Sem câmeras de monitoramento e longe do olhar de testemunhas, muitos crimes acontecem assim, o que leva a vítima a não ter esperança de que o criminoso seja localizado e preso. Mas graças ao trabalho de retratistas do Instituto de Identificação Civil e Criminal de Rondônia (IICC), os casos são solucionados através de retratos falados.
















